Resolvi relativizar, estabilizar, suavizar. Sinto novamente o ar fresco e calmo no meu rosto. Muitas mudanças, algumas derrotas, grandes conquistas. Vou relativizando minhas falhas, os erros dos outros, tudo passa, tudo pode ser reconstruído, reestruturado, ou mesmo recomeçado. Sigo fechando portas, buscando portas para serem abertas, encontrando salas, corredores, escadas. Sem saber ao certo o meu destino, vou apenas vasculhando, desvendando os mistérios da vida. Relativizar a vida pressupõe e produz estabilidade, e vou estabilizando, encontrando o centro de equilíbrio das minhas forças, dos meus sentimentos, das minhas inúmeras formas de ver o mundo e interagir com ele. Estabilizar a realidade, traz maturidade, integridade de ações, felicidade. Vou encontrando soluções para os problemas, desvendando novas interrogações, algumas respondidas, outras relativizadas, estabilizadas. Por fim, após relativizar as pedras, os obstáculos do caminho, depois de estabilizar o meu ser e o jeito que interajo com a realidade, vou descobrindo que posso também suavizar, deixar os fardos mais leves. Suavidade não quer dizer que as dúvidas deixaram de existir, que todos os dias são de totais realizações, um mar de rosas. Suavidade tem o sentido de brandura, paz e sossego da alma, de graça divina, de sentir fluir, mesmo em meio à dor, a realização, de sentir bater no rosto, como uma brisa leve, a tão sonhada felicidade. Enfim, sigo suave, desvendando o segredo de ser feliz...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Sossego de alma.
Resolvi relativizar, estabilizar, suavizar. Sinto novamente o ar fresco e calmo no meu rosto. Muitas mudanças, algumas derrotas, grandes conquistas. Vou relativizando minhas falhas, os erros dos outros, tudo passa, tudo pode ser reconstruído, reestruturado, ou mesmo recomeçado. Sigo fechando portas, buscando portas para serem abertas, encontrando salas, corredores, escadas. Sem saber ao certo o meu destino, vou apenas vasculhando, desvendando os mistérios da vida. Relativizar a vida pressupõe e produz estabilidade, e vou estabilizando, encontrando o centro de equilíbrio das minhas forças, dos meus sentimentos, das minhas inúmeras formas de ver o mundo e interagir com ele. Estabilizar a realidade, traz maturidade, integridade de ações, felicidade. Vou encontrando soluções para os problemas, desvendando novas interrogações, algumas respondidas, outras relativizadas, estabilizadas. Por fim, após relativizar as pedras, os obstáculos do caminho, depois de estabilizar o meu ser e o jeito que interajo com a realidade, vou descobrindo que posso também suavizar, deixar os fardos mais leves. Suavidade não quer dizer que as dúvidas deixaram de existir, que todos os dias são de totais realizações, um mar de rosas. Suavidade tem o sentido de brandura, paz e sossego da alma, de graça divina, de sentir fluir, mesmo em meio à dor, a realização, de sentir bater no rosto, como uma brisa leve, a tão sonhada felicidade. Enfim, sigo suave, desvendando o segredo de ser feliz...
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