Busco aquilo que é calmo, toda pressa me atrapalha, me deixa preso. Gosto de observar e silenciar mais que falar. Explicações nunca respondem completamente uma pergunta; o silêncio, o olhar, o gesto falam muito mais. Necessito ter próximas pessoas que leiam as entrelinhas, que escutem aquilo que não pode ser dito, que consigam se comunicar muito mais por sentimentos que palavras. Gosto de vasculhar com os olhos o interior daqueles que cruzam meu caminho, gosto de desvendar o mais belo, o mais profundo que há em cada um. Me fascina descobrir quanta beleza pode haver mesmo nos corações mais petrificados, mais duros, me alucina poder descobrir nos corações mais densos ainda uma centelha do divino. O desconhecido aos olhos me sustenta, dá asas à minha imaginação, ilumina meus sonhos, deixa respirar também aquele que eu sou de mais verdadeiro. O silêncio pronuncia o que não pode ser dito, ele mostra muito além daquilo que o limitado campo visual pode alcançar. Encaro o silêncio como oração, como vivência de espiritualidade, como forma de encontro com o meu íntino, como modo de escutar o silêncio de Deus no meu coração. Gosto de estabelecer em meu dia um instante onde faço o tempo parar, onde simplesmente não penso, apenas respiro, onde eu deixo meu corpo perceber aquilo que, na correria do cotidiano, passa percebido. Descubro sempre algo novo sobre meu eu interior, sobre o mundo que me cerca, sobre aquilo que Deus quer de mim. No caminho pessoal de espiritualidade, não estamos estabelecidos somente por nossa própria experiência de passado, mas temos que escutar o mundo e saber aguçar a audição para somente aquilo que deve ser ouvido e que eleva a alma. Isso alcançamos no silêncio da mente, no sossego da alma, no silêncio interior... ali encontramos nossa centelha de felicidade, de amor, de realização, de divino.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
O silêncio.
Busco aquilo que é calmo, toda pressa me atrapalha, me deixa preso. Gosto de observar e silenciar mais que falar. Explicações nunca respondem completamente uma pergunta; o silêncio, o olhar, o gesto falam muito mais. Necessito ter próximas pessoas que leiam as entrelinhas, que escutem aquilo que não pode ser dito, que consigam se comunicar muito mais por sentimentos que palavras. Gosto de vasculhar com os olhos o interior daqueles que cruzam meu caminho, gosto de desvendar o mais belo, o mais profundo que há em cada um. Me fascina descobrir quanta beleza pode haver mesmo nos corações mais petrificados, mais duros, me alucina poder descobrir nos corações mais densos ainda uma centelha do divino. O desconhecido aos olhos me sustenta, dá asas à minha imaginação, ilumina meus sonhos, deixa respirar também aquele que eu sou de mais verdadeiro. O silêncio pronuncia o que não pode ser dito, ele mostra muito além daquilo que o limitado campo visual pode alcançar. Encaro o silêncio como oração, como vivência de espiritualidade, como forma de encontro com o meu íntino, como modo de escutar o silêncio de Deus no meu coração. Gosto de estabelecer em meu dia um instante onde faço o tempo parar, onde simplesmente não penso, apenas respiro, onde eu deixo meu corpo perceber aquilo que, na correria do cotidiano, passa percebido. Descubro sempre algo novo sobre meu eu interior, sobre o mundo que me cerca, sobre aquilo que Deus quer de mim. No caminho pessoal de espiritualidade, não estamos estabelecidos somente por nossa própria experiência de passado, mas temos que escutar o mundo e saber aguçar a audição para somente aquilo que deve ser ouvido e que eleva a alma. Isso alcançamos no silêncio da mente, no sossego da alma, no silêncio interior... ali encontramos nossa centelha de felicidade, de amor, de realização, de divino.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário